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<title><![CDATA[Alcanede Freguesia]]></title>
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<description><![CDATA[Conteúdos]]></description>
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<category><![CDATA[Património Cultural]]></category>
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<title><![CDATA[Castelo]]></title>
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<description><![CDATA[<img style="margin-right: 10px" border="1" hspace="1" vspace="1" align="left" width="151" height="115" alt="" src="/uploads/image/Cast_1_150X113.JPG" />O castelo de Alcanede remonta a sua funda&ccedil;&atilde;o provavelmente &agrave; &eacute;poca romana, sobre um antigo castro, a primitiva estrutura foi aumentada e renovada durante a Alta Idade M&eacute;dia. <o:p></o:p>
<p style="margin: 5pt 0cm; mso-pagination: none; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal">Conquistado &agrave;s for&ccedil;as mu&ccedil;ulmanas pelo conde D. Henrique, em 1091, a passagem para a posse definitiva dos crist&atilde;os deu-se j&aacute; no reinado de D. Afonso Henriques, na mesma campanha militar que possibilitou as marcantes conquistas de Santar&eacute;m e de Lisboa. <o:p></o:p></p>
O seu primeiro alcaide foi D. Gon&ccedil;alo Mendes de Sousa, mordomo-mor de D. Afonso Henriques, a quem coube as tarefas de reedificar e actualizar o recinto amuralhado e de povoar e organizar a vila. A partir do reinado de D. Dinis, a vila e o castelo de Alcanede passaram para a posse da Ordem de Avis, dando corpo a uma antiga inten&ccedil;&atilde;o da coroa. Datam desse per&iacute;odo as obras mais importantes, como a constru&ccedil;&atilde;o da Torre de Menagem, com o seu coroamento merlanado, assim como muitos outros vest&iacute;gios identificados aquando da reedifica&ccedil;&atilde;o da d&eacute;cada de 40 do s&eacute;culo XX.]]></description>
<pubDate><![CDATA[Fri, 14 Aug 2009 23:41:21 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Igreja Matriz]]></title>
<link><![CDATA[http://www.alcanedefreguesia.com/blog_view_4_Igreja-Matriz.html]]></link>
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<description><![CDATA[<img style="margin-right: 10px" border="1" hspace="1" vspace="1" align="left" width="150" height="113" alt="" src="/uploads/image/Igreja_2_150x113.JPG" />A igreja Matriz de Alcanede foi comenda da ordem de Avis, sendo conhecida na idade M&eacute;dia por Santa Maria de Alcanede e, nos fins do s&eacute;culo XVI, por nossa Senhora da Concei&ccedil;&atilde;o.<o:p></o:p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">A historiografia antiga aponta como seu fundador o rei D. Afonso Henriques, sendo certo que a instala&ccedil;&atilde;o da primeira comunidade, promovida por Gon&ccedil;alo de Sousa ap&oacute;s a doa&ccedil;&atilde;o r&eacute;gia, pressupunha a constru&ccedil;&atilde;o de um local de culto. Assim a funda&ccedil;&atilde;o da Igreja dever&aacute; ter ocorrido por volta de 1163, ano em que o Rei fez doa&ccedil;&atilde;o do foro eclesi&aacute;stico da Vila ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra. De qualquer modo a sua orienta&ccedil;&atilde;o a nascente denota as origens medievais do templo.<o:p></o:p></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Segundo os historiadores, o primeiro prior de que h&aacute; not&iacute;cia foi o padre Fern&atilde;o Anes (1299).<span style="font-family: Verdana; font-size: 9pt"><o:p></o:p></span></p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Fri, 14 Aug 2009 23:38:58 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Pelourinho]]></title>
<link><![CDATA[http://www.alcanedefreguesia.com/blog_view_3_Pelourinho.html]]></link>
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<description><![CDATA[<img style="width: 115px; height: 162px; margin-right: 10px" border="1" hspace="1" alt="" vspace="1" align="left" width="113" height="150" src="/uploads/image/Pelourinho_1_150X113.JPG" />Associados &agrave; autonomia dos concelhos, os pelourinhos eram, via de regra, erigidos no centro c&iacute;vico-pol&iacute;tico do munic&iacute;pio, como sucede no caso de Alcanede. Ao contr&aacute;rio da convic&ccedil;&atilde;o generalizada, pelo menos desde os fins da Idade M&eacute;dia, os pelourinhos n&atilde;o possuem qualquer fun&ccedil;&atilde;o punitiva assumindo-se exclusivamente como s&iacute;mbolos do poder municipal.<o:p></o:p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Considerando que &agrave; data da edifica&ccedil;&atilde;o do actual pelourinho (1883) o concelho de Alcanede j&aacute; fora extinto, esta constru&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve representar uma manifesta&ccedil;&atilde;o de poder, mas antes traduzir a evoca&ccedil;&atilde;o de orgulho na extinta institui&ccedil;&atilde;o municipal. Sendo certo que o presente exemplar substituiu outro mais antigo, referido por Froes de Lemos, em associa&ccedil;&atilde;o aos pa&ccedil;os do Concelho e cadeia, enquanto expoente do poder concelhio.<br />
<br />
&nbsp;</p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Sat, 15 Aug 2009 23:35:53 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Ponte Romana]]></title>
<link><![CDATA[http://www.alcanedefreguesia.com/blog_view_2_Ponte-Romana.html]]></link>
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<description><![CDATA[<img style="margin-right: 10px" border="1" hspace="1" vspace="1" align="left" width="150" height="113" alt="" src="/uploads/image/P Ribeira_1_150x113.JPG" />A ponte sobre a Ribeira de Alcanede &eacute; o mais significativo testemunho da estrada que, desde tempos remotos, unia Santar&eacute;m a Porto de M&oacute;s e Leiria e, num contexto mais alargado, ligava a regi&atilde;o sul ao centro do pa&iacute;s.<o:p></o:p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"><o:p>&nbsp;</o:p></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Trata-se de uma obra em alvenaria, com tr&ecirc;s arcos em cantaria e ab&oacute;bada de volta inteira, sendo o central de maiores propor&ccedil;&otilde;es do que os laterais. Estes arcos s&atilde;o separados, de ambos os lados, por talhamares.<o:p></o:p></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal">Apresenta o tabuleiro inclinado e resguardado por muretes, que lhe conferem um perfil caracter&iacute;stico. O invent&aacute;rio do patrim&oacute;nio Arquitect&oacute;nico, realizado pela direc&ccedil;&atilde;o Geral dos Monumentos Nacionais, classifica-a de obra romana, embora de forma conjectural.<span style="font-family: Verdana; font-size: 9pt"><o:p></o:p></span></p>]]></description>
<pubDate><![CDATA[Sat, 15 Aug 2009 23:28:01 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[História Ermida Nossa Senhora da Neves]]></title>
<link><![CDATA[http://www.alcanedefreguesia.com/blog_view_1_Historia-Ermida-Nossa-Senhora-da-Neves.html]]></link>
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<description><![CDATA[<img style="width: 152px; height: 116px" border="1" hspace="1" alt="" vspace="1" align="left" width="150" height="112" src="/uploads/image/Ermida%201.JPG" />Tudo come&ccedil;ou com o compromisso eleitoral da candidatura &agrave; Junta de Freguesia de Alcanede nas Aut&aacute;rquicas de Outubro 2005 no qual se assumia a abertura de uma estrada na serra de Mata do Rei para encontrar uma suposta capelinha de N&ordf; Sra. Das Neves.<br />
Por essa altura, tomava ent&atilde;o conhecimento de que existira outrora na serra de Mata do Rei uma pequena ermida &agrave; qual os populares davam o nome de &ldquo;Casinha da Senhora&rdquo;. A sua exist&ecirc;ncia estava ligada a uma lenda acerca da padroeira da capela do lugar, N&ordf; Sra das Neves, cuja imagem de pedra ter&aacute; sido encontrada em plena serra pr&oacute;ximo do lugar e onde mais tarde ter&atilde;o erguido uma pequena ermida.<br />]]></description>
<pubDate><![CDATA[Thu, 19 Nov 2009 23:24:02 GMT]]></pubDate>
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