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 Kartódromo d´Aldeia
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| 14/08/2009 às 23:41 |
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 O castelo de Alcanede remonta a sua fundação provavelmente à época romana, sobre um antigo castro, a primitiva estrutura foi aumentada e renovada durante a Alta Idade Média.
Conquistado às forças muçulmanas pelo conde D. Henrique, em 1091, a passagem para a posse definitiva dos cristãos deu-se já no reinado de D. Afonso Henriques, na mesma campanha militar que possibilitou as marcantes conquistas de Santarém e de Lisboa.
O seu primeiro alcaide foi D. Gonçalo Mendes de Sousa, mordomo-mor de D. Afonso Henriques, a quem coube as tarefas de reedificar e actualizar o recinto amuralhado e de povoar e organizar a vila. A partir do reinado de D. Dinis, a vila e o castelo de Alcanede passaram para a posse da Ordem de Avis, dando corpo a uma antiga intenção da coroa. Datam desse período as obras mais importantes, como a construção da Torre de Menagem, com o seu coroamento merlanado, assim como muitos outros vestígios identificados aquando da reedificação da década de 40 do século XX.
| 14/08/2009 às 23:38 |
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 A igreja Matriz de Alcanede foi comenda da ordem de Avis, sendo conhecida na idade Média por Santa Maria de Alcanede e, nos fins do século XVI, por nossa Senhora da Conceição.
A historiografia antiga aponta como seu fundador o rei D. Afonso Henriques, sendo certo que a instalação da primeira comunidade, promovida por Gonçalo de Sousa após a doação régia, pressupunha a construção de um local de culto. Assim a fundação da Igreja deverá ter ocorrido por volta de 1163, ano em que o Rei fez doação do foro eclesiástico da Vila ao Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra. De qualquer modo a sua orientação a nascente denota as origens medievais do templo.
Segundo os historiadores, o primeiro prior de que há notícia foi o padre Fernão Anes (1299).
| 15/08/2009 às 23:35 |
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 Associados à autonomia dos concelhos, os pelourinhos eram, via de regra, erigidos no centro cívico-político do município, como sucede no caso de Alcanede. Ao contrário da convicção generalizada, pelo menos desde os fins da Idade Média, os pelourinhos não possuem qualquer função punitiva assumindo-se exclusivamente como símbolos do poder municipal.
Considerando que à data da edificação do actual pelourinho (1883) o concelho de Alcanede já fora extinto, esta construção não deve representar uma manifestação de poder, mas antes traduzir a evocação de orgulho na extinta instituição municipal. Sendo certo que o presente exemplar substituiu outro mais antigo, referido por Froes de Lemos, em associação aos paços do Concelho e cadeia, enquanto expoente do poder concelhio.
| 15/08/2009 às 23:28 |
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 A ponte sobre a Ribeira de Alcanede é o mais significativo testemunho da estrada que, desde tempos remotos, unia Santarém a Porto de Mós e Leiria e, num contexto mais alargado, ligava a região sul ao centro do país.
Trata-se de uma obra em alvenaria, com três arcos em cantaria e abóbada de volta inteira, sendo o central de maiores proporções do que os laterais. Estes arcos são separados, de ambos os lados, por talhamares.
Apresenta o tabuleiro inclinado e resguardado por muretes, que lhe conferem um perfil característico. O inventário do património Arquitectónico, realizado pela direcção Geral dos Monumentos Nacionais, classifica-a de obra romana, embora de forma conjectural.
| 19/11/2009 às 23:24 |
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 Tudo começou com o compromisso eleitoral da candidatura à Junta de Freguesia de Alcanede nas Autárquicas de Outubro 2005 no qual se assumia a abertura de uma estrada na serra de Mata do Rei para encontrar uma suposta capelinha de Nª Sra. Das Neves.
Por essa altura, tomava então conhecimento de que existira outrora na serra de Mata do Rei uma pequena ermida à qual os populares davam o nome de “Casinha da Senhora”. A sua existência estava ligada a uma lenda acerca da padroeira da capela do lugar, Nª Sra das Neves, cuja imagem de pedra terá sido encontrada em plena serra próximo do lugar e onde mais tarde terão erguido uma pequena ermida.
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